
Como eu ;)
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Receitas vegetarianas da roça, testadas e aprovadas! Sente-se ao lado do fogo e tome uma sopinha da Panela de Barro!
Não, não é bolo de chocolate. Mas pode cobrir um - é um doce "tutti-fruti".
Uma coisa que me tirou o sono durante muito tempo. Como fazer bolo de fubá, daquele grosso de moinho de pedra, macio e sem trigo. E vegano. Me retorci até lembrar de nossa aliada culinária chamada linhaça em grão. É uma semente mucilaginosa, que dá babinha tipo clara de ovo. Substitutos também são o Psílio e a Chia, difíceis de ver por aqui. Quem sabe um dia...
Hoje é aniversário da minha mãe, e aproveitando a visita a ela, fiz (mais um) bolo. Havia feito metade desta receita antes, como experimento. Na verdade, gosto de fazer sempre receitas pequenas, mas bolo de aniversário tem que ser grandão. Até quase transbordar da forma, se usar fermento.
Aí vai a receita de hoje:
4 copos de fubá de moinho d'água (moinho de pedra - o fubá mais grosso e saboroso)
1 1/4 copos de castanha de caju, coco fresco (não de saquinho), amendoim torrado ou "leiteiro" de sua preferência. Preferencialmente algo oleoso, como os citados. Pode até ser suco de laranja, acrescente também uma pitada de casquinha de laranja ralada para aumentar o sabor.
4 colheres de sopa de linhaça (equivalente a 2 ovos, mas na verdade usei 3 colheres)
Sumo de 1/2 limão, se não for utilizar a laranja
750 ml de água
1 1/2 (ou 2, se preferir, experimente a massa) copo de rapadura ralada ou açúcar mascavo (é a mesma coisa, só que o mascavo é 3 vezes mais caro)
2 colheres de chá de bicarbonato de sódio (não, eu não uso aquele fermento caro cujo ingrediente ativo principal é o bicarbonato, apesar de ter outros agentes - e usei fermento porque o bolo não é pra mim, sabe como são as pessoas... mas se fizer sem também fica macio)
1 colher de sopa de semente de erva doce (pise-as um pouquinho no pilão antes de colocar na massa)
Não necessita de óleo, margarina e nenhum desses apetrechos, a não ser que o "leiteiro" não seja oleoso (leite de soja - por favor não use nessa receita - ou suco de laranja)
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Ligue o forno a 280°C. Unte levemente a fôrma, incluindo paredes e enfarinhe com fubá, uniformemente.
Se tiver liquidificador, bata as castanhas, a água, a linhaça e o limão. Se não, pise a linhaça no pilão com umas 2 horas de antecedência, só até esmagá-las bem, triturando algumas, e coloque em 1 copo do total da água. Farinha de linhaça NÃO serve, não dá consitência de clara de ovo. Pise as castanhas no pilão até virar uma grossa farinha (tostar e esperar esfriar facilita o procedimento). Deixe de molho no restante da água, dando uma amassada nas castanhas umas 2 vezes durante estas horas. Não tem problema o leite não ficar grosso, vai tudo pra dentro do bolo mesmo. Se não puder ter antecedência não fica ruim também não. O leite vai talhar por causa do limão, e isto é bom porque amacia a massa, e não deixa sabor residual de limão (se desejá-lo, ponha uma pitada de raspas de casca de limão, nunca o suco, pois amarga).
Junte tudo e bata na mão, com garfo ou utensílio próprio até a massa estar homogênea. Deixe descansar uns 5 minutos para o fubá absorver a água e despeje na forma. Asse por 40 minutos ou até que, espetando um garfo no centro, este saia limpo. Talvez demore um pouco mais se for sem fermento. Bom apetite!

Ontem no almoço fiz um guisadinho e cuscuz. E sobrou guisadinho.
Durante muito tempo, a polpa branca e doce do bacuri foi um sabor proibido para os índios caxinauás, da Amazônia. Na aldeia, um ser maligno, na forma de cabeça sem corpo, impedia que os nativos provassem o fruto. Um dia, no entanto, os índios se rebelaram contra a ordem. "Se ele gosta tanto assim, a fruta deve ser muito boa", pensaram. Resolveram então quebrar o tabu e se banquetear com o quitute, enquanto a figura do mal, aborrecida, subia ao céu para nunca mais voltar: lá, se transformou na Lua. A ousadia dos caxinauás valeu a pena: ganharam a luz do luar para atenuar a escuridão noturna e descobriram o prazer do sabor de mais um fruto. Um prazer que ficou escondido de boa parte dos brasileiros nos últimos 500 anos. Como o bacuri, dezenas de frutas se escondem nos meandros de nossas matas e florestas. Algumas se tornaram conhecidas e ganharam o mundo, como a goiaba, o guaraná, o maracujá, o abacaxi, o cacau ou o caju. Outras, nem tanto. Buriti, caraguatá, ingá, pequi são apenas alguns dos nomes de docuras genuinamente brasileiras. que alimentavam lendas e estômagos indígenas desde antes da chegada dos portugueses e permaneceram escondidas pelo manto do regionalismo. Hoje, boa parte delas já está catalogada pelo instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e convive lado a lado com frutas estrangeiras que, trazidas em sua maioria pelos invasores lusitanos, acabaram se tornando símbolos nacionais. O coco-da-baía, por exemplo, só chegou ao Brasil porque algum navegante decidiu tirá-lo de seu ambiente natural, nas ilhas do Oceano Índico. O mesmo ocorreu com a laranja, o limão e todas as cítricas, que trazem no passaporte o visto de naturalidade asiática, ou a graviola, a acerola e o abacate, originárias da América Central. E as surpresas não param aí: os fãs de Carmen Miranda podem ficar abismados, mas a banana, que enfeitava seus espalhafatosos chapéus e virou marca registrada da tropicalidade e de muitos regimes políticos, não nasceu no Brasil. Os especialistas acreditam que sua origem seja a Ásia, embora ninguém possa garantir com precisão. O certo é que ela não estava na paisagem quando Cabral aportou por aqui.
Ofuscadas pelo sucesso comercial das frutas trazidas de outros continentes, as brasileiras mantiveram-se sempre em segundo plano. Só não desapareceram por causa de sua íntima ligação com aquilo que, até algum tempo atrás, era uma espécie de terra de ninguém: florestas tropicais, cerrados e até a caatinga. "É o chamado endemismo. As frutas que se perpetuaram espontaneamente em um determinado ecossistema", explica a pesquisadora Elizabete Lopes,. do Instituto de Botânica de São Paulo, que há sete anos se dedica a pesquisar nossas frutas. Apesar de não serem cultivadas, elas insistem em se reproduzir no Norte, o paraíso das delícias exóticas: a Amazônia é dona do maior índice de endemismo do pais e 68% de sua flora só é encontrada ali.
O curioso desse abandono às frutas nativas é que elas não devem nada em sabor para estrangeiras como a banana a maçã ou a laranja. Ainda na fase de colonização, os bandeirantes paulistas já sabiam disso. Paravam a tropa assim que topavam com um bacuparizeiro, fácil de achar nas margens do Rio Tietê. Em 1600, o jesuíta e cronista português Simão de Vasconcelos esnobou a corte da metrópole ao escrever: "O bacupari não perde para nenhuma fruta que exista em Lisboa". Mais recentemente, já no século XX, o escritor Guimarães Rosa — genial em observar a verdadeira linguagem popular brasileira — soube também descobrir uma delícia nacional a cabacinha-do-campo, de aparência muito semelhante à da pêra. Nos relatos de suas andanças pelas veredas do sertão, ele se refere não só ao gosto, mas insinua outras vantagens da frutinha: "Tomei o refresco de pêra-do-campo (...) e Nhorinha recebeu meu carinho no cetim do pêlo".
Se a cabacinha-do-campo tem realmente algum poder afrodisíaco, não se sabe. Algumas de nossas frutas são pouco conhecidas pelos botânicos. Entre brasileiras e estrangeiras, existem cerca de 200 identificadas pelo IBGE. "Mas é provável que esse número seja bem maior, pois nunca foi feito um levantamento abrangente das frutas silvestres". adverte a pesquisadora Sílvia Corrêa Chiea, do Instituto de Botânica de São Paulo. Das catalogadas, algumas ainda não foram analisadas em laboratório para se descobrirem seus nutrientes. Quando isso é feito, boas surpresas saem dos tubos de ensaio. O pequi, semelhante a uma pequena laranja e muito comum no interior de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, é o campeão em vitamina A entre todas as frutas do mundo.
Embora a maior parte desse tesouro que impressiona os cientistas e encanta o paladar esteja preservada nos campos e matas naturais, seu futuro não está assegurado. A expansão da fronteira agrícola na Amazônia e no Centro Oeste, assim como a destruição da Mata Atlântica no Sudeste, são uma ameaça constante para a existência de muitas espécies. Algumas já sucumbiram à presença humana, como a jabuticaba-branca. em outros tempos abundante na Mata Atlântica, principalmente junto ao litoral fluminense. Ela seguiu o mesmo destino de seu habitat: a devastação reduziu a mata a menos de 5% de sua área original e hoje pode-se contar nos dedos da mão o número de pés dessa fruta, antes tão comum na região.Esse tipo de troca da biodiversidade pelas monoculturas foi denunciado recentemente pela Organização para Alimentação e Agricultura (FAO). Segundo a entidade internacional, cerca de 40 000 espécies vegetais podem ser extintas no mundo nos próximos cinqüenta anos, devido à especialização do plantio. Só se planta aquilo que vende. Certamente foi isso que fez do maracujá, do caju e de outras brasileiras exceções no quadro do nosso exotismo: são todas daqui. mas, como caíram nas graças dos gulosos, tornaram-se vedetes.
Além de prejudicar a cadeia alimentar, o desaparecimento de frutas tão diferentes significa um desperdício. "Estaremos perdendo um grande potencial de alimentação" diz Dalmo Catauli, pesquisador da Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa). Mais do que isso, também se perde uma chance de bons negócios. Ao contrário das laranjas brasileiras, que para competir no mercado internacional dependem sempre das geada e nevascas nos pomares americanos, frutas nativas como guaraná, babaçu, maracujá e pequi não têm concorrente em nenhum país. A primeira pessoa a perceber isso foi Maurício de Nassau, o holandês que governou Pernambuco durante sete anos no século XVII. Ao ver que o caju alimentava os índios, evitava que seus marinheiros contraíssem o escorbuto — doença causada pela carência de vitamina C — e, principalmente, alcançava bons preços na Europa, onde se transformava em saborosos doces, ele não teve dúvidas: baixou uma lei que multava em 100 florins quem abatesse um cajueiro.
Para saber mais:
O Brasil vai à mesa
(SUPER número 7, ano 5)
BACURI
Família: GUITIFERAE (mesma do bacupari)
Nome científico: Platonia insignis Mart
Origem: Pará, mas é encontrada no Maranhão, Goiás e Mato Grosso
Arvore: com até 35 m de altura e copa em forma de cone invertido
Fruto: com 250 g, é redondo. de polpa branca, doce e suco viscoso
Frutificação: dezembro a maio
Principais nutrientes: fósforo,. ferro e vitamina C
CARAGUATÁ
Família: BROMELIACEAE (mesma do abacaxi)
Nome científico: Bromélia antiacantha Bertol
Origem: Brasil, principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul
Árvore: herbácea, alcança 2 m de altura
Fruto: ovalado, pequeno, com polpa amarela e ácida
Frutificação janeiro a julho
JABUTICABA-BRANCA
Família: MYRTACEAE (mesma da goiaba)
Nome científico: Myrciaria aureana Mattos
Origem: Brasil, principalmente Mata Atlântica
Arvore: com até 3 m, tronco de casca amarelada e ramos cilíndricos
Fruto: com 2 cm de diâmetro, tem cor-verde-clara e de 1 a 4 sementes
Frutificação: janeiro
Principais nutrientes: cálcio e ferro (dados referentes à jabuticaba comum)
GOIABA
Família: MYRTACEAE (mesma da jabuticaba)
Nome científico: Psidium guajava L.
Origem: América tropical
Árvore: alcança até 10 m de altura, com caule tortuoso
Fruto: casca fina e papa macia, branca ou vermelha
Frutificação: abril a junho e novembro a fevereiro
Principais nutrientes: cálcio, fósforo e vitamina C
GUARANÁ
Família: SAPINDACEAE (mesma da pitomba)
Nome científico: Paulinia cupana H.B.K.
Origem: Região amazônica
Árvore: arbusto ou cipó lenhoso, de até 4 m de altura
Fruto: com até 2,5 cm de diâmetro, aproveita-se a semente torrada
Frutificação janeiro a fevereiro
CAJU
Família: ANACARDIACEAE (mesma da manga)
Nome científico: Anacardium occidentale L
Origem: América tropical
Árvore: com até 20 m de altura, galhos longos e tortuosos
Fruto: o fruto propriamente dito é a castanha, enquanto a parte macia e suculenta é, na verdade, o pedúnculo
Frutificação: julho a dezembro
Principais nutrientes: caju — cálcio, fósforo e vitamina C; castanha-de-cajú — fósforo, cálcio e ferro
MANDACARU
Família: CACTACEAE (mesma do cacto)
Nome cientifico: Cereus jamacaru DC
Origem: Nordeste do Brasil Árvore: cacto agigantado, com até 10 m de altura e espinhos amarelos
Fruto: com cerca de 8 cm, casca grossa e vermelha, a polpa é branca e suculenta, com muitas sementes pequenas
Frutificação: abril a maio
PINHÃO
Família: ARAUCARIACEAE (tem parentes no Chile e na Austrália)
Nome científico: Araucaria angustifolia (Bert.) O. Kuntze
Origem: Região Sul do BrasilÁrvore: com até 50 m de altura, ramificada só no alto do tronco
Fruto: pinhas que se desfazem, liberando suas sementes, os pinhões
Frutificação: abril a junhoPrincipais nutrientes: proteínas, cálcio e ferro
SAPUCAIA
Família: LECYTHIDACEAE (mesma da castanha-do-pará)
Nome científico: Lecythis pisonis Camb.Origem: natural da Amazônia, pode ser encontrada até o Rio de Janeiro
Árvore: de até 40 m de altura
Fruto: esférico, de 25 cm de diâmetro e até 9 kg de peso, suas paredes grossas têm cerca de 2 cm de espessura. As amêndoas são a parte comestível
Frutificação: agosto a outubro ILUSTRES ESTRANGEIRAS
Elas enchem as bancas de feira mas, ao contrário do que se pense, não estavam na paisagem quando Cabral chegou
NOME E ORIGEM
Abacate - México
Acerola - América Central
Banana - Provavelmente Ásia
Cajá - África
Carambola - Ásia
Coco-da-baía - Oceano Índico
Fruta-pão - Java e Sumatra
Graviola - América Central
Jaca - Índia
Jambo - Índia
Laranja - Ásia
Limão - Ásia
Manga - Ásia
Tamarindo - África
Tangerina - Ásia
PEQUI
Família: CARYOCARACEAE (mesma do pequiá)
Nome científico: Caryocar brasiliense Camb
Origem: Cerrado brasileiro, embora também freqüente em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul
Árvore: alcança até 10 m de altura
Fruto: arredondado, casca esverdeada, polpa pastosa e amarela, com sementes espinhosas e comestíveis
Frutificação: janeiro a abril
Principais nutrientes: é a fruta mais rica em vitamina A até hoje analisada
INGÁ
Família: LEGUMINOSAE (mesmo do feijão)
Nome científico: Inga cinnamomea Spruce ex Benth.
Origem: Região Amazônica, junto aos rios Árvore: de até 30 m de altura Fruto: vagem com até 30 cm de comprimento e polpa adocicada
Frutificação: março a abril
Principais nutrientes: cálcio e ferro
CABACINHA-DO-CAMPO
Família: MYRTACEAE (mesma da goiaba)
Nome científico: Eugenia klotzschiana Berg.
Origem: Brasil, principalmente no sertão de Minas Gerais
Árvore: na verdade, dá em pequenos arbustos, com até 1,5 m
Fruto: formato tipo baga, de polpa ácida e com poucas sementes
Frutificação: janeiro e fevereiro
PITOMBA
Família: SAPINDACEAE (mesma do guaraná)
Nome científico: Talísia esculenta Radlk.
Origem: Brasil, principalmente Pemambuco
Árvore: de até 15 m de altura
Fruto: com 3 cm de diâmetro, a casca é consistente e a polpa carnosa, branca, de sabor agridoce
Frutificação: janeiro e fevereiro Principais nutrientes: cálcio e vitaminas A e C
BURITI
Família: PALMAE (mesma do coco-da-baía)
Nome científico: Mouritia flexuosa L.
Origem: Região amazônica
Árvore: palmeira de até 25 m de altura
Fruto: ovalado, brilhante, com polpa esponjosa
Frutificação: janeiro a julhoPrincipais nutrientes: proteínas, cálcio, fósforo e ferro
BACUPARI
Família: GUTTIFERAE (mesma do abricó)
Nome científico: Rheedia gardneriana PI. & Tr.
Origem: Sudeste do Brasil, principalmente na beira de rios
Árvore: com até 6 m de altura e copa piramidal
Fruto: alaranjado, de polpa banca e adocicada
Frutificação: janeiro a março
BABAÇU
Família: PALMAE (mesma do coco-da-baía)
Nome científico: Orbignya speciosa Barb. Rodr.
Origem: Brasil, ocorrendo no Amazonas, Pará, Piauí, Maranhão, Ceará, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais.
Árvore: palmeira de até 20 m de altura
Fruto: ovalado, casca amarela e verde, polpa oleosa
Frutificação: setembro a dezembro
Principais nutrientes: proteínas, fósforo, cálcio e vitamina B1 e B2
JUÁ
Família: RHAMNACEAE (única fruta identificada da família)
Nome científico: Zizyphus joazeiro Mart.
Origem: regiões áridas do Brasil, do Piauí ao norte de Minas Gerais
Árvore: com até 15 m de altura e copa ampla
Fruto: esférico, com a casca fina, carnoso e adocicado
Frutificação: janeiro e maioPrincipais nutrientes: sais minerais, vitamina C
MARACUJÁ
Família: PASSIFLORACEAE (família só de passifloras)
Nome científico: Passiflora edulis Sims.
Origem: provavelmente Brasil
Árvore: trepadeira
Fruto: esférico, com até 9 cm de diâmetro, a casca dura e a polpa aquosa
Frutificação: durante todo o ano, mas escasso de maio a agosto
Principais nutrientes: cálcio, ferro e vitamina C
CRUÁ
Família: CUCURBITACEAE (mesma da melancia)
Nome científico: Sicana odorífera L.
Origem: América do Sul tropical
Árvore: trepadeira, semelhante ao maracujá
Fruto: formato alongado, de até 60 cm de comprimento, com polpa carnosa e amarelada
Frutificação: o ano todo
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Fonte: Site da Superinteressante
1 batata ou mandioca pequena
~Dá 3 porções